

O poeta Fernando Pessoa desapareceu a 30 de Novembro de 1935, com apenas 47 anos de vida, no Hospital de S. Luís dos Franceses, junto ao Chiado, onde também viveu.
“Fernando Pessoa ao Almoço” é um espectáculo de Poesia Pessoana com textos do poeta e dos seus heterónimos Alberto Caeiro, Álvaro de Campos, Ricardo Reis e Bernardo Soares.
A escolha da hora de almoço é uma experiência inovadora, que visa criar uma alternativa cultural e artística na capital do país dos poetas, Lisboa, não só a turistas, mas a trabalhadores, estudantes e público em geral, provando que a poesia não tem horário, podendo ser apresentado também em outros horários como ao lanche, jantar ou ceia.
Entre a informalidade e o contacto direto com o público, criam-se momentos de proximidade únicos nesta viagem com Fernando Pessoa e os seus heterónimos, tendo ao leme o artista Nuno Miguel Henriques, o mais antigo diseur em atividade regular em Portugal, numa verdadeira trajetória linguística entre o poeta e os seus heterónimos, introduzindo-se notas biográficas, recitando-se e conversando-se sobre curiosidades com diversas referências históricas e culturais, fazendo paralelismos entre o contemporâneo e o tempo do poeta do livro “A Mensagem”.
O evento que tem cerca de quarenta e cinco minutos de palavras interpretadas com a Arte de Dizer Teatralizada e Encenada, sendo ilustrado por sons e apontamentos cénicos, num momento de compressão e apetência por toda a obra Pessoana, duma forma peculiar, original e imersiva que cumpre a máxima de Octávio Paz: “a melhor maneira de compreender um poema, é ouvi-lo“.
Deste espetáculo, fazem parte a interpretação de textos como:
“Liberdade”, “O Poeta é um Fingidor”, “O Menino de Sua Mãe”, “Não Sei Quantas Almas Tenho”, “Tenho Tanto Sentimento”, “Eros e Psique”, “O Infante”, “Mar Português” e “O Mostrengo”, de Fernando Pessoa.
“Lisbon Revisited”, “Apontamento”, “Todas as Cartas de Amor São Ridículas” e “Ode Triunfal (extratos)”, de Álvaro de Campos.
“O Mistério das Coisas”, “Sou Um Guardador de Rebanhos”, “Olá Guardador” e “O Tejo É Mais Belo”, de Alberto Caeiro.
“Estás só”, “Mestre São Plácidas Todas as Horas” e “Tão Cedo Passa Tudo”, de Ricardo Reis.
“Minha Pátria é a Língua Portuguesa”, de Bernardo Soares.
Além do Chiado em Lisboa, onde esteve em cena, esta produção teatral faz Deslocações a Teatros, Bibliotecas, Escolas, Auditórios, Associações, Feiras do Livro, Centros de Dia, Museus, Monumentos, Encontros Literários e outros espaços e Localidades em todo o Continente e Regiões Autónomas.
| Deslocações a Escolas e Salas de Teatro, Auditórios e Espaços Cénicos de Todo o País |
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